quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Congresso Internacional de Software Livre será aberto hoje

Fonte: Agência Brasil 26/08/2009


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Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (26), às 18h, da cerimônia de abertura do 2º Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2009). O evento será realizado até sexta-feira (28) na Escola de Administração Fazendária (Esaf), em Brasília.
Na programação do encontro estão 75 palestras, 27 oficinas, 21 painéis, o lançamento de novos produtos e a assinatura de termos de cooperação e protocolos.
O congresso será realizado pela Esaf, em parceria com a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e o Comitê Técnico de Implementação de Software Livre.


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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

Juros do crédito caem e usar cheque especial fica mais caro em julho

Fonte: Agência Brasil


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Brasília - As taxas de juros cobradas dos empréstimos do sistema financeiro nacional continuaram em queda em julho. Segundo os dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (26), a taxa geral de juros, de junho para o mês passado, caiu 0,6 ponto percentual, para 36% ao ano. Esse é o menor nível desde dezembro de 2007.No caso dos empréstimos para as famílias (pessoas físicas), a taxa nesse mesmo período passou de 45,6% para 44,9% ao ano. Segundo o BC, as taxas de juros para as empresas (pessoas jurídicas) registraram queda em todas as modalidades e ficaram no patamar médio de 26,7% ao ano, com recuo de 0,7 ponto percentual no mês.A taxa para o crédito pessoal, o que inclui operações consignadas em folha de pagamento, passou de 45,6% para 44,8% ao ano. Já a taxa do cheque especial teve aumento de 167% para 167,3% ao ano.Segundo o BC, a taxa de inadimplência subiu para as pessoas jurídicas de 3,4% para 3,8% e para as pessoas físicas permaneceu em 8,6%. No total, a inadimplência passou de 5,7% para 5,9%. A inadimplência é considerada o percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Inflação na construção civil tem alta de 0,48% em julho

Fonte: Agência Brasil 07/08/09

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Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil, calculado por meio do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), fechou julho com alta de 0,48%.Dados divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o resultado foi superior ao de (0,35%) junho, mas ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (1,03%). No ano, o índice acumula alta de 4,17% e nos 12 meses encerrados em julho (anualizado), de 9,43% .
Segundo o levantamento, o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 701,62 para R$ 704,97 de um mês entre os dois meses. . Desse total, R$ 405,99 se referem a gastos com materiais e R$ 298,98 com mão de obra.
O estudo revela que a parcela dos materiais subiu 0,21 ponto percentual, passando de 0,14% para 0,35%. Já a parcela relativa à mão de obra repetiu a taxa do mês anterior (0,65%).
A Região com maior elevação foi a Sul (1,62%), seguida pela Norte, com alta de 0,99%. As demais regiões registraram variações abaixo da média nacional (0,48%): Nordeste (0,34%); Centro-Oeste (0,17%); e Sudeste (0,13%).
No ano, a Região Sul também foi a que apresentou a maior variação (4,65%), ficando com a Região Norte o destaque nos últimos doze meses (10,52%). Por outro lado, a Região Norte ficou com o menor acumulado no ano (3,39%) e a Centro-Oeste com o menor nos últimos doze meses (8,75%).
Entre os estados, o Paraná (4,04%) e o Amazonas (3,19%) apresentaram os maiores aumentos nos custos da construção, puxados pelos reajustes salariais das categorias profissionais. Os menores resultados foram: Mato Grosso ( 0,03%); Rio de Janeiro (0,06%); e Rio Grande do Norte (0,09%). O Acre assinalou a taxa mais elevada no ano (8,60%) e o nos últimos doze meses (13,41%).
Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 746,30, no Sudeste; R$ 690,94, no Norte; R$ 686,96, no Sul; R$ 672,72, no Centro-Oeste e R$ 655,93, no Nordeste.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

Central de atendimento vai monitorar casos suspeitos de gripe suína em Curitiba

Fonte: Agência Brasil


Curitiba - A partir de hoje (7), em Curitiba, todos os pacientes suspeitos de contrair a influenza A (H1N1) – gripe suína, que forem orientados a dar prosseguimento ao tratamento médico em casa, serão monitorados por um serviço de call center inédito no país, criado pela prefeitura municipal.O vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, Luciano Ducci, explicou que a central de atendimento não atenderá diretamente a população. Ela é exclusiva da secretaria, composta por profissionais da saúde, médicos, enfermeiros que vão telefonar para as pessoas que foram atendidas nas 24, 48 horas anteriores e avaliar a evolução da doença. Será verificado se o paciente permanece com febre, tosse e complicações respiratórias. Os médicos, de acordo com o secretário, farão principalmente um reforço na orientação da prevenção da doença.O objetivo é que, sem a necessidade de exposição para nova avaliação clínica, tanto a saúde desses pacientes quanto do público em geral sejam preservadas.A central telefônica faz parte das recentes medidas anunciadas pela prefeitura de Curitiba para enfrentar a nova gripe. Na capital, foram registradas até agora 14 das 25 mortes ocorridas no estado. Dos 601 casos confirmados no Paraná, mais da metade (383) é de Curitiba.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

Lei antifumo está em vigor em São Paulo desde a meia-noite

Fonte: Agência Brasil 07/08/09


São Paulo - A Lei 13.541/09 - que proíbe o fumo em qualquer lugar fechado de uso comum - entrou em vigor em todo o estado de São Paulo à meia-noite de ontem (7). A lei estadual é semelhante à Lei 9294/96 (federal), que está em vigor, com a diferença de que não permite a existência de locais reservados para fumantes - os fumódromos - dentro dos estabelecimentos.
No caso de descumprimento da determinação, a punição varia de multa de R$ 792 até a interdição do estabelecimento por um mês no caso de reincidência.
Para o pneumologista da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Alberto Viegas, a lei paulista interfere mais nos ambientes privados, ao contrário da norma federal que trata essencialmente de locais públicos. Ele ressaltou que apesar de ser uma medida voltada principalmente para resguardar os não fumantes, os tabagistas acabam sendo estimulados a largar o vício.
“Na medida em que ela [a lei] dificulta o acesso ao tabaco, porque você só vai poder fumar na rua e na sua casa. Essa redução do consumo do tabaco é uma forma de ajudar o fumante, porque ele vai consumir menos droga e, quem sabe, fumando menos ele se predispõe a parar totalmente de fumar”, considerou.
De acordo com Viegas, em países onde foi adotada legislação semelhante houve diminuição de 10% a 15% no número de fumantes.
O diretor jurídico da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo de São Paulo (Abresi), Marcus Vinícius Rosa, disse que a lei pode causar um número semelhante de demissões no setor. Segundo ele, 10% dos trabalhadores de restaurantes, 15% dos de bares e até 20% dos de casas noturnas poderão ficar desempregados.
Rosa acredita que a lei “proíbe a livre iniciativa e o direito das pessoas” além de ser inconstitucional, por já existir uma norma federal sobre o assunto. “A União legisla para dar a unidade nacional e ela já fez essa legislação. A [Lei] 9294/96 que prevê fumódromo”, afirmou.
Em João Pessoa, o diretor-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária, Jorge Molina, garantiu que nenhum restaurante ou shopping center tem fumódromo. Ele assegurou ainda que está acabando com o uso do cigarro nos bares e nas casas noturnas, considerando que estar em um ambiente poluído vai contra a legislação trabalhista.
“Mesmo que a lei federal deixe uma brecha para instalação de fumódromos, para a lei trabalhista não é permitido nenhum tipo de fumo dentro de ambiente fechado”, explicou. Com base nisso, a agência vem trabalhando na educação e conscientização dos empresários. Segundo Molina, o principal argumento é que “muito mais caro do que uma multa seria uma ação trabalhista por danos à saúde”.
Apesar de dizer que está tendo sucesso com essa abordagem, Molina admite que uma lei como a de São Paulo teria tornado mais fácil a tarefa de acabar com o fumo em qualquer lugar fechado.

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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Distribuidoras terão R$ 10 milhões para investir na produção de filmes nacionais

Fonte: Agência Brasil 05/08/2009

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Rio de Janeiro - Oito projetos cinematográficos nacionais foram aprovados na primeira linha (Linha C) da chamada pública do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para investimento na aquisição de direitos de distribuição de obras de longa-metragem. Eles receberão R$ 10 milhões.
O anúncio foi feito hoje (5) pelo diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, e pelo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luis Fernandes. A chamada recebeu inscrições de 15 projetos, dos quais nove foram habilitados e oito selecionados.
“As distribuidoras terão que aplicar esses recursos integralmente na produção dos filmes e o Fundo Setorial do Audiovisual terá participação na taxa de distribuição e na receita líquida do produtor”, disse Rangel.
O FSA foi criado em 2006 e prevê para este ano um aporte de R$ 74 milhões no mercado cinematográfico. Manoel Rangel revelou que, ainda este mês, serão divulgados os vencedores de mais duas chamadas públicas, totalizando R$ 37 milhões em investimentos no cinema brasileiro. Até o fim de agosto serão abertos novos editais, relativos ao segundo semestre, somando investimentos no valor total de R$ 37 milhões.
O objetivo é fortalecer as distribuidoras e produtoras brasileiras e viabilizar que os filmes sejam feitos em um intervalo de tempo menor, para mais rapidamente chegarem ao mercado. “Conquistar esse mercado e, portanto, estabelecer a comunicação com milhões de brasileiros. O objetivo é ter mais e melhores filmes ocupando o mercado de cinema brasileiro”, disse o presidente da Ancine.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

Ministério da Saúde argentino confirma 337 mortes por gripe suína no país

Fonte: Agência Brasil 05/08/2009


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Brasília - A Argentina teve 337 mortes em decorrência da influenza A (H1N1) – gripe suína – e 5.710 casos confirmados entre os dias 17 de maio e 1º de agosto, informou hoje (5) o Ministério da Saúde argentino. O país registra cerca de um terço das mortes ocorridas nas Américas. O continente registrou 1.008 mortes até o dia 31 de julho, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).A faixa etária mais afetada pela nova gripe na Argentina são os adultos entre 50 e 59 anos. Entre as mortes, 47% dos casos tinham como antecedentes enfermidades crônicas ou algum outro fator de risco (obesidades, cardiopatias ou enfermidade pulmonar obstrutiva crônica, por exemplo).De acordo com a OMS, foram registrados 162.380 casos da nova gripe no mundo, com 1.154 mortes



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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Saem os dados da balança comercial de julho

Fonte: Agência Brasil

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Brasília - O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, dá entrevista coletiva hoje (3), às 15h30, no auditório do ministério. Ele vai comentar o desempenho das exportações e importações brasileiras em julho.
Os resultados da balança comercial estarão disponíveis, às 11h, no endereço eletrônico www.mdic.gov.br

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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

Analistas do mercado financeiro estimam inflação menor para este ano

Fonte: Agência Brasil 02/08/2009

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Brasília - As projeções dos analistas do mercado financeiro para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estão em queda. A estimativa para o índice neste ano passou de 4,53% para 4,50% e em 2010, de 4,40% para 4,35%. A informação é do boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em projeções de instituições financeiras sobre os principais indicadores da economia.
O IPCA é o índice escolhido pelo governo para a meta de inflação, que tem como centro 4,5% e margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A meta é válida para 2009 e para 2010.
No mercado paulista, a estimativa para o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) subiu de 4,16% para 4,17%.
No caso da inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) a expectativa é de deflação de 0,01% neste ano. A estimativa anterior para o período era de alta de 0,30%.
Segundo o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M fechou o mês de julho em queda de 0,43%. Foi a quinta queda consecutiva da taxa, usada para corrigir aluguéis, financiamentos imobiliários e consórcios. Em 12 meses, o índice acumula deflação de 0,67%.
A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 0,50% para 0,33%, neste ano. As estimativas para o IGP-DI, IGP-M e IPC-Fipe em 2010 foram mantidas em 4,5% em 2010

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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Apple vende 5,2 milhões de iPhones e lucra US$ 1,23 bi no trimestre

SÃO PAULO - O terceiro trimestre do ano fiscal de 2009 da Apple foi marcado por um lucro líquido de US$ 1,229 bilhão, ou US$ 1,35 por ação, 15% acima dos US$ 1,072 bilhão registrados em mesmo período do exercício antecedente. A receita nos três meses terminados em 27 de junho chegou a US$ 8,337 bilhões, superior aos US$ 7,464 bilhões de um ano antes.
O resultado da empresa foi impulsionado pelas vendas de iPhones e de computadores e do ainda bem-sucedido iPod. No trimestre, a comercialização alcançou 5,2 milhões de iPhones, uma alta de 626% perante igual intervalo do ano passado. A Apple vendeu 10,2 milhões de tocadores de música iPod, quantidade 7% inferior. A venda de seus computadores Macintosh, por outro lado, atingiu 2,6 milhões de unidades no trimestre, um aumento de 4% em volume.
"Estamos lançando os produtos mais inovadores que já fizemos e nossos clientes estão respondendo", disse o presidente da Apple, Steve Jobs, em nota. "Estamos entusiasmados por ter vendido mais de 5,2 milhões de iPhones no trimestre e os usuários baixaram mais de 1,5 bilhão de aplicativos de nossa loja (App Store) em seu primeiro ano de funcionamento."
Para o quarto trimestre fiscal, a empresa calcula vendas de US$ 8,7 bilhões a US$ 8,9 bilhões e um lucro de US$ 1,18 a US$ 1,23 por ação.
(Valor Online)

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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL
Fonte: Agência Brasil 22/07/2009

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Brasília - Uma das propostas que o Brasil poderá levar ao Paraguai para resolver o impasse em torno da energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu é a compra da energia de duas hidrelétricas paraguaias para abastecer o mercado brasileiro. Em troca, o Paraguai poderia usar mais energia de Itaipu, por um preço menor.“O que o Paraguai consome hoje dessas duas hidrelétricas passaria a consumir a mais de Itaipu, e nós compraríamos toda a energia dessas usinas”, explicou hoje (22) o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Segundo ele, as duas usinas paraguaias somam cerca de 300 megawatts de potência. Uma delas seria a de Acaraí, com cerca de 200 megawatts de potência. "Esses são equacionamentos que ainda estão sendo articulados para que possamos ajudar o governo do Paraguai", disse. O ministro ressaltou que o governo brasileiro ainda não fechou a proposta definitiva que será levada ao Paraguai. Na tarde de hoje será realizada mais uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para acertar os últimos detalhes.Lobão disse que o governo também não está fechado na proposta de permitir ao Paraguai a venda da energia excedente de Itaipu no mercado livre brasileiro. Segundo ele, o preço da energia no mercado livre era mais caro há algum tempo, mas hoje ela já equivale ao da energia no mercado cativoO presidente Lula viajará amanhã (23) para Assunção, no Paraguai, onde participará da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul. Logo após, Lula e o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, tentarão conciliar mais uma vez as demandas paraguaias com o interesse brasileiro.



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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

Número de cheques devolvidos caiu em 19,8% em junho

Fonte: Agência Brasil 22/07/2009

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Brasília - O número de cheques devolvidos por falta de fundos a cada mil compensados caiu 19,8% em junho deste ano, segundo o Indicador de Cheques Sem Fundos, elaborado pela Serasa Experian. De acordo com os analistas da Serasa, o recuo é reflexo do início da recuperação da economia, com a volta do crédito para o consumidor, com prazos mais longos e juros mais baixos.No sexto mês do ano, foram devolvidos 20,2 cheques a cada mil compensados e e maio foram 25,2 devoluções a cada mil compensações. Ao todo, foram devolvidos em junho 2,14 milhões de cheques e compensados 105,96 milhões. Em maio, o levantamento verificou 2,49 milhões de devoluções e 98,74 milhões de compensações de cheques.Apesar de junho deste ano ter tido um dia útil a mais que o mês anterior, além do Dia dos Namorados e do feriado prolongado de Corpus Christi, o impacto na inadimplência com cheques foi menor que a verificado em maio.Já na relação entre o primeiro semestre de 2009 e o mesmo período de 2008, o volume de cheques devolvidos a cada mil compensados apresentou uma elevação de 15%. De janeiro a junho deste ano, foram registradas 23 devoluções de cheques a cada mil compensações, enquanto que no primeiro semestre do ano anterior foram devolvidos 20 cheques a cada mil compensados.Segundo a Serasa Experian, os períodos analisados tiveram conjunturas econômicas diferentes: 2009 com crise e 2008 com a economia em crescimento. Ainda de acordo com a entidade, a elevação da inadimplência de cheques também se deve aos ajustes relativos à crise, ao maior endividamento de parte da população e maior utilização do pré-datado, no período mais crítico da crise, no início do ano, por conta do crédito escasso.Por falta de fundos, foram devolvidos nos seis primeiros meses deste ano 14,26 milhões cheques e compensados 618,69 milhões. Em 2008, em igual período, houve 14,02 milhões de devoluções de cheques e 701,70 milhões de compensações.Na relação junho de 2009 ante junho de 2008, o número de devoluções de cheques por mil compensações cresceu 9,2%. Segundo a Serasa Experian, no sexto mês deste ano teve um dia útil a mais que o igual mês de 2008, o que eleva a inadimplência.Além disso, de acordo com a Serasa, as condições econômicas eram mais favoráveis em junho de 2008. Neste mês, foram 18,5 devoluções de cheques a cada mil compensações, com um total de 2,13 milhões de cheques devolvidos, e 114,78 milhões de compensados.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Poupança volta a registrar mais depósitos do que retiradas

Fonte: Agência Brasil 06/07/2009

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Brasília - Os depósitos em cadernetas de poupança foram maiores do que as retiradas, no mês de junho, o que gerou a captação líquida positiva de R$ 2,089 bilhões, segundo dados divulgados hoje (6) pelo Banco Central (BC), a maior deste ano.
Foi a terceira vez no ano em que há registro de captação líquida positiva. Em fevereiro, a captação líquida havia sido de R$ 751,395 milhões e em maio, de R$ 1,880 bilhão. Nos meses de janeiro (R$ 486,630 milhões), março (R$ 846,803 milhões) e abril (R$ 941,549 milhões) a captação líquida ficou negativa.
No mês passado, os depósitos somaram R$ 82,622 bilhões e as retiradas R$ 80,533 bilhões. Em junho, o saldo da poupança chegou a R$ 282,189 bilhões.
O relatório do Banco Central tem por base dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que destina recursos ao setor imobiliário, e da poupança rural.
No dia 13 de maio deste ano, o governo anunciou uma medida para evitar a migração de recursos dos fundos de investimento para a caderneta de poupança. Isso porque com as reduções da taxa básica de juros, que remunera títulos públicos integrantes da cesta de aplicações dos fundos de investimentos, a poupança tem se tornado mais atrativa.
A poupança é remunerada pela Taxa Referencial mais 0,5% ao mês sobre ela não incide cobrança de taxa de administração. No caso das aplicações nos fundos são cobrados taxa de administração e Imposto de Renda. O temor do governo é que o Tesouro Nacional tenha dificuldades de vender os títulos e, por conseqüência, de rolar a dívida pública.
Pela nova regra para a poupança, será descontado Imposto de Renda do rendimento de poupança que exceder R$ 50 mil. De acordo com o governo, atualmente apenas 1% dos poupadores aplica mais do que R$ 50 mil na caderneta. Entretanto, o governo ainda não enviou a proposta para a análise do Congresso Nacional.
Segundo o consultor em finanças e professor da da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap) Marcos Crivelaro, as instituições financeiras devem reformular e lançar novos fundos de investimentos neste ano, com redução de taxas de administração e do valor inicial de aplicação, além de simplificação para facilitar os investimentos. O objetivo é manter a atratividade dos fundos.
Em janeiro, a taxa Selic passou de 13,75% para 12,75% ao ano. Em março, caiu para 11,25% ao ano e em abril para 10,25% ao ano. Na última reunião, realizada em junho, os juros básicos foram reduzidos para 9,25%. A expectativa do mercado financeiro é de que a Selic ainda seja reduzida neste ano para 8,75% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC neste ano.

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Inflação para consumidor de baixa renda tem forte queda em junho

Fonte: Agência Brasil 06/07/2009


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Rio de Janeiro - A inflação para famílias com renda entre um e dois salários mínimos e meio caiu em junho para 0,14% na comparação com maio (0,69%). Os dados são da Fundação Getulio Vargas, que divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor Classe 1 (IPCP-C1).No acumulado do ano, a inflação para os consumidores de baixa renda é de 2,99%. Nos 12 meses fechados em junho, é de 4,35%. Desde 2006, o IPC-C1 em 12 meses não ficava abaixo do índice geral (4,87%) no mesmo período.Contribuíram para a queda no resultado de junho as quedas de tarifas de energia, no grupo habitação, e de cigarros, no grupo despesas diversas. Por outro lado, pesou o reajuste de preços no grupo alimentação. Os aumentos mais expressivos foram nos preços de aves e ovos, laticínios e adoçantes.
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Produção de veículos cai 13,6% no primeiro semestre

Fonte: Agência Brasil 06/07/2009

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Brasília - A produção de veículos no primeiro semestre caiu 13,6% em relação ao mesmo período de 2008. Nos seis primeiros meses de 2009, foram produzidos 1.463.707 contra 1.693.249. No mês de junho comparado a maio, houve aumento de 8,4% na produção.
Em junho foram 283.875 contra 261.812. Com relação a junho de 2008 houve queda de 8,2%. Naquele período foram produzidas 309.169 unidades.
As vendas no primeiro semestre de 2009 cresceram 3% na comparação com igual período do ano passado. Foram comercializadas 1.449.787 de unidades, contra 1.407.211. Comparando junho a maio, houve aumento de 21,5% nas vendas.
Em junho, as vendas chegaram a 300.157. Em maio foram vendidos 246.978. Na comparação com junho do ano passado, quando foram vendidos 256.005. , o aumento foi de 17,2%.
Os dados constam do levantamento mensal divulgado hoje (6) pela Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
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terça-feira, 30 de junho de 2009

Diário Oficial traz publicada redução de IPI

fonte:Agência Brasil

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Brasília - O decreto que prorroga por mais três meses a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis está no Diário Oficial da União de hoje (30). Depois desse prazo, o retorno da taxação será gradual. Os caminhões ficam isentos do imposto até 31 de dezembro.
Os eletrodomésticos da chamada linha branca (geladeiras, fogões e máquinas de lavar) ficarão livres do IPI até 31 de outubro. Além disso, foi prorrogada a desoneração de PIS Cofins de motos até setembro e do trigo, da farinha e do pão francês por mais 18 meses. No caso do material de construção, a prorrogação foi por seis meses. Para máquinas e equipamentos destinados à indústria, a redução de IPI alcança 70 itens.

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Projeção da Selic ao final de 2009 cai para 8,75% ao ano

Fonte: Agência Brasil


Brasília - Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2009 de 9% para 8,75% ao ano. A previsão é que a redução dos juros básicos em 0,5 ponto percentual ocorra na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em julho, e depois disso a Selic permaneça inalterada até o final do ano. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo BC com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores da economia.
No último dia 10 de junho, o Copom reduziu os juros básicos de 10,25% para 9,25% ao ano. Na ata da reunião, divulgada na última quinta-feira (18), o comitê avaliou que ainda há “margem residual” para corte de juros.
Para o final de 2010, no entanto, os analistas esperam juros mais altos. A estimativa para a Selic subiu de 9,14% para 9,25% ao ano.O Banco Central é responsável por perseguir a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional e para isso a autoridade monetária usa a taxa básica de juros como instrumento de controle.
A meta de inflação para este e o próximo ano é de 4,5%, com margem inferior de 2,5% e superior de 6,5%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) foi o escolhido pelo governo para acompanhar a meta. Na projeção dos analistas de mercado, o IPCA deve fechar o ano em 4,40% e não mais em 4,39% como previsto na semana anterior. Para 2010, a estimativa permanece em 4,30%.As estimativas para os demais índices de inflação neste ano foram reduzidas. A previsão para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 1,82% para 1,53%. No caso do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa caiu de 1,41% para 1,31%. No mercado paulista, o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) passou de 4,27% para 4,22%. Para 2010, as projeções para os três índices foram mantidas em 4,50%.A expectativa para os preços administrados foi mantida em 4,30% para este ano e ajustada de 3,95% para 3,90% para 2010. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Fonte: Agência Brasil 15/06/2009


Brasília - Pela segunda semana seguida os analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central melhoraram a previsão para ao desempenho da economia neste ano. De acordo com o boletim Focus, divulgado semanalmente pela instituição, a estimativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 0,71 para 0,55%.
Na última semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado do PIB no primeiro trimestre deste ano. Segundo o instituto, nesse período houve queda de 0,8%, na comparação com o quarto trimestre de 2008. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a queda foi de 1,8%.Para 2010, os analistas apostam na recuperação da economia, com crescimento do PIB de 3,5%, a mesma estimativa há 15 semanas.A previsão para a produção industrial teve melhora. Neste ano, os analistas esperam que a queda seja de 4,70% e não mais de 4,78%. Para 2010, a estimativa de crescimento passou de 4% para 4,03%.O dólar deve chegar ao final do ano valendo R$ 2, a mesma estimativa da semana anterior. Para o final de 2010, foi mantida a projeção de R$ 2,10.
A estimativa para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) é mantida em US$ 20 bilhões, há três semanas. Para 2010, a expectativa foi ajustada de US$ 15,70 bilhões para US$15 bilhões.
Para o déficit em transações correntes (o resultado de todas as operações do Brasil com o exterior), a projeção foi mantida em US$ 17 bilhões neste ano e alterada de US$ 22,1 bilhões para 22 bilhões em 2010.
Os analistas aumentaram a estimativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo e ajudam a criar empregos) neste ano de US$ 23 bilhões para 24,5 bilhões. Para 2010, foi mantida a projeção de US$ 25 bilhões.
A projeção para a dívida líquida do setor público em relação ao PIB, neste ano, subiu de 39% para 39,10%. Para 2010, foi ajustada de 38,40% para 38%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor de que o país é capaz de honrar seus compromissos.
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Caixa começa a oferecer juros mais baixos em várias operações

Fonte: Agência Brasil 15/06/2009


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Brasília - A partir de hoje (15), 18 linhas de crédito comercial da Caixa terão juros mais baixos. Segundo a instituição financeira, essa foi a sexta redução do ano para as operações comerciais. Foram alteradas taxas de oito linhas destinadas à pessoa física e de dez modalidades de financiamento para pessoas jurídicas (empresas).Segundo a Caixa, entre as alterações para pessoa física está a queda de juros na linha de créditos conveniados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que passaram de 0,88% ao mês para 0,85% ao mês. O banco também reduziu a taxa do penhor, que passou de 2,10% ao mês para 2,08% ao mês. O Cartão Turismo Parcelado também teve alteração. A taxa mínima mensal passou de 2,9% para 2,4% e a máxima, de 3,8% para 3,3%. No caso do crédito pessoal, a taxa mínima caiu de 3,85% para 3,80% ao mês e a máxima, de 4,31% para 4,26% ao mês. A taxa mínima mensal do cheque especial passou de 1,27% para 1,20%.Entre outras mudanças nas taxa para pessoas jurídicas, na modalidade cheque empresa Caixa, a taxa com convênio para folha de pagamento, passou de 5,13% para 5,09% ao mês.
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terça-feira, 9 de junho de 2009

PIB tem queda de 0,8% no primeiro trimestre do ano

Fonte: Agência Brasil 09/06/2009

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Rio de Janeiro - A economia brasileira teve um recuo de 0,8% no primeiro trimestre do ano na comparação com o quarto trimestre de 2008 e a maior redução foi registrada no setor industrial, cuja queda na produção chegou a 3,1%. Na agropecuária, a queda foi de 0,5%. Já o setor de serviços apresentou elevação de 0,8%.
Em relação ao primeiro trimestre de 2008, o PIB teve queda de 1,8%. Na taxa acumulada nos quatro trimestres terminados em março, o crescimento do PIB foi de 3,1% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
Os dados do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de bens e serviços produzidos no país, estão sendo divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL