Fonte: Agência Brasil
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Brasília - O saldo da entrada e saída de dólares do país (fluxo cambial) ficou positivo em US$ 14,598 bilhões em outubro deste ano. Ou seja, houve entrada líquida de dólares no país. Esse valor é o segundo maior valor da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em 1982.O maior saldo ocorreu em junho de 2007 (US$ 16,51 bilhões).
No mesmo período de 2008, o cenário era outro. Devido a efeitos da crise financeira internacional naquele mês, houve saída líquida de dólares no valor de US$ 4,639 bilhões.
Segundo os dados do BC, o fluxo financeiro – investimentos em títulos, Bolsa de Valores, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações – ficou positivo em US$ 13,106 bilhões. Em outubro de 2008, ocorreu o contrário: houve saída líquida de dólares pelas operações financeiras, no valor de US$ 6,249 bilhões.
A forte entrada de dólares no Brasil levou o governo a taxar o capital externo que entra no Brasil para aplicações em ações e papéis de renda fixa. Agora, é feita a cobrança de 2% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para esse tipo de aplicação feita por estrangeiros.
No caso do fluxo comercial (diferença entre exportações e importações, financiamento ao comércio exterior por meio dos Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio – ACC – e dos pagamentos antecipados), o saldo positivo foi de US$ 1,492 bilhão no mês passado, contra US$ 1,610 bilhão registrado em igual período de 2008.
De janeiro até outubro deste ano, o fluxo cambial é positivo em US$ 22,856 bilhões, contra US$ 12,549 bilhões positivos registrados no mesmo período de 2008. No acumulado do ano, o fluxo financeiro está positivo em US$ 13,255 bilhões, ante US$ 32,332 bilhões negativos registrados de janeiro até outubro do ano passado. Já o fluxo comercial ficou positivo em US$ 9,600 bilhões, contra US$ 44,880 bilhões registrados no acumulado de janeiro a outubro de 2008.
O BC também informou que foram liquidadas compras de dólares no mercado à vista neste mês, em outubro, no valor de US$ 6,738 bilhões, o maior valor registrado em 2009. Neste ano, o BC voltou a comprar dólares no mercado à vista no dia 8 de maio. Em setembro, essas compras somaram US$ 3,481 bilhões.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Índice de Confiança do Consumidor fica estável em setembro
Fonte: Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas, ficou estável em setembro, mantendo os 111,0 pontos registrados um mês antes. De acordo com levantamento divulgado hoje (23), o resultado “confirma a acomodação do ICC no patamar alcançado em julho, após cinco meses consecutivos de avanço, entre março e aquele mês”.O documento destaca que o indicador se mantém próximo dos 112,2 pontos registrados no mesmo período de 2008. Além disso, supera a média histórica de 107,1 pontos. A avaliação da FGV é que esse panorama “retrata um consumidor moderadamente otimista em relação aos rumos da economia brasileira no curto prazo”.O índice que reflete a opinião dos consumidores brasileiros sobre a situação atual subiu de 114,0 para 114,5 pontos. Já o índice de expectativas caiu de 109,4 para 109,1 pontos.A pesquisa mostra que a situação financeira familiar foi considerada boa por 19,1% dos consumidores. Em agosto, a proporção havia sido de 18,6%. Já os que a avaliaram como ruim em setembro representam 13,5% do total, ante o índice de 13,7% verificado um mês antes. O resultado é o mais favorável desde outubro de 2008, após o início da crise financeira internacional. Na época, os percentuais haviam sido, respectivamente, 20,5% e 13,7%.
De acordo com o levantamento, no entanto, os brasileiros estão cautelosos em relação à continuidade dessa recuperação nos próximos seis meses. Entre agosto e setembro, a proporção de consumidores que preveem melhora da situação financeira familiar diminuiu de 33,0% para 31,7% e a parcela dos que projetam piora aumentou de 4,3% para 4,6%.O Índice de Confiança do Consumidor é medido com base na Sondagem de Expectativas do Consumidor, que é feita em mais de 2 mil domicílios em sete das principais capitais brasileiras. Para realizar a análise, foram coletados dados entre os dias 31 de agosto e 18 de setembro.
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Rio de Janeiro - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas, ficou estável em setembro, mantendo os 111,0 pontos registrados um mês antes. De acordo com levantamento divulgado hoje (23), o resultado “confirma a acomodação do ICC no patamar alcançado em julho, após cinco meses consecutivos de avanço, entre março e aquele mês”.O documento destaca que o indicador se mantém próximo dos 112,2 pontos registrados no mesmo período de 2008. Além disso, supera a média histórica de 107,1 pontos. A avaliação da FGV é que esse panorama “retrata um consumidor moderadamente otimista em relação aos rumos da economia brasileira no curto prazo”.O índice que reflete a opinião dos consumidores brasileiros sobre a situação atual subiu de 114,0 para 114,5 pontos. Já o índice de expectativas caiu de 109,4 para 109,1 pontos.A pesquisa mostra que a situação financeira familiar foi considerada boa por 19,1% dos consumidores. Em agosto, a proporção havia sido de 18,6%. Já os que a avaliaram como ruim em setembro representam 13,5% do total, ante o índice de 13,7% verificado um mês antes. O resultado é o mais favorável desde outubro de 2008, após o início da crise financeira internacional. Na época, os percentuais haviam sido, respectivamente, 20,5% e 13,7%.
De acordo com o levantamento, no entanto, os brasileiros estão cautelosos em relação à continuidade dessa recuperação nos próximos seis meses. Entre agosto e setembro, a proporção de consumidores que preveem melhora da situação financeira familiar diminuiu de 33,0% para 31,7% e a parcela dos que projetam piora aumentou de 4,3% para 4,6%.O Índice de Confiança do Consumidor é medido com base na Sondagem de Expectativas do Consumidor, que é feita em mais de 2 mil domicílios em sete das principais capitais brasileiras. Para realizar a análise, foram coletados dados entre os dias 31 de agosto e 18 de setembro.
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Circulação do metrô em SP volta ao normal depois de princípio de incêndio
Fonte : Agência Brasil 23/09/2009
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Sâo Paulo - A circulação dos trens da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) voltou ao normal às 8h15, depois de quase duas horas de paralisação devido a um princípio de incêndio em um dos vagões de uma composição da Linha 1 Azul, que faz o percurso Jabaquara-Tucuruvi, passando pela Estação Sé.
Segundo o Metrô, no momento do acidente a composição seguia no sentido da estação Jabaquara. Ninguém ficou ferido, porque os usuários forem retirados do trem, que foi levado para o pátio de manutenção.Por dia passam pelos trens cerca de 3 milhões de pessoas nos horários de pico. Com a paralisação, muita gente ficou esperando nas plataformas.
De acordo com a Polícia Militar o Corpo de Bombeiros foi acionado, mas não chegou a intervir porque a Brigada de Incêndio do Metrô já havia apagado o fogo.
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Sâo Paulo - A circulação dos trens da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) voltou ao normal às 8h15, depois de quase duas horas de paralisação devido a um princípio de incêndio em um dos vagões de uma composição da Linha 1 Azul, que faz o percurso Jabaquara-Tucuruvi, passando pela Estação Sé.
Segundo o Metrô, no momento do acidente a composição seguia no sentido da estação Jabaquara. Ninguém ficou ferido, porque os usuários forem retirados do trem, que foi levado para o pátio de manutenção.Por dia passam pelos trens cerca de 3 milhões de pessoas nos horários de pico. Com a paralisação, muita gente ficou esperando nas plataformas.
De acordo com a Polícia Militar o Corpo de Bombeiros foi acionado, mas não chegou a intervir porque a Brigada de Incêndio do Metrô já havia apagado o fogo.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Fonte: Agência Brasil
Brasília - O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, atribuiu o resultado positivo do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, que caracterizou uma saída do Brasil da recessão técnica, às medidas adotadas pelo governo para enfrentar a crise econômica. Embora tenha comemorado o resultado do PIB no segundo trimestre, que considerou excelente, Meirelles lembrou que “não é hora baixar a guarda”.
“É o momento de mantermos a linha, continuarmos trabalhando duro. Tem muita coisa a fazer. Não é hora de baixar a guarda. É hora de sabermos que estamos no caminho certo, vamos persistir e continuar trabalhando sério e duro”, disse.
Meirelles enfatizou que o resultado positivo de 1,9% do PIB no segundo trimestre, divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o Brasil já saiu da recessão. O presidente do BC lembrou que o Brasil já vinha crescendo desde abril e reafirmou que o país saiu da crise primeiro, antes do que a maioria dos países.“Saiu com o crescimento mais forte do que a maioria dos países. Aliás, dados preliminares indicam que o Brasil é um dos líderes, talvez o líder do crescimento de saída da recessão já no segundo trimestre”, afirmou Meirelles.
Na análise do presidente do BC, o mais importante nos números é que o crescimento foi do lado da produção, liderado pela indústria que foi o setor que mais sofreu os efeitos da crise. em contrapartida, Meirelles lembrou que o país manteve o crescimento na área de serviços. Além do mais, destacou ele, do lado da demanda, o Brasil sai da crise impulsionado pela consumo das famílias devido ao resultado da manutenção da capacidade de compra da população.
Para Meirelles, a evidência desse resultado é que o desemprego no mês de julho foi o menor da série histórica para meses de julho, sendo um dado que coloca o Brasil em posição de destaque no cenário mundial.
“ Isso mostra que as medidas tomadas pelo governo brasileiro para enfrentar a crise foram tomadas na medida certa, na hora certa e com um diagnóstico correto. Isso é reconhecido hoje no mundo todo. O Brasil é considerado já um caso modelo de sucesso de enfrentamento da crise”, destacou.
Meirelles destacou, ainda, a importância da política econômica dos últimos anos, pois permitiu o enfrentamento da crise em um momento de “ forte” demanda e consumo em crescimento, com produção, investimento, reservas internacionais elevadas e inflação sob controle.
“O Brasil preservou seus fundamentos econômicos durante a crise. Muitos países sacrificaram seus fundamentos econômicos para sair da crise. O Brasil não. Um ponto importante: o Brasil sai da crise com US$ 220 bilhões de reservas internacionais. Entramos na crise com US$ 205 bilhões”, disse o presidente do BC lembrando que muitos países emergentes tiveram que gastar boa parte das reservas para enfrentar a crise .
Ele advertiu, no entanto, que é preciso manter o crescimento macroeconômico do Brasil e administrar com sabedoria os mercado cambiais, mantendo o câmbio flutuante e acumulando mais reservas em moeda estrangeira. Meirelles também defendeu que o BC mantenha a política de estabilidade pensando no futuro.
“Manter o clima favorável para que os investimentos retomem rapidamente esta margem de crescimento confortável que temos hoje sem desequilíbrio e a economia continua a crescer no momento adequado. Em resumo, manter uma política que está dando certo."
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Brasília - O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, atribuiu o resultado positivo do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, que caracterizou uma saída do Brasil da recessão técnica, às medidas adotadas pelo governo para enfrentar a crise econômica. Embora tenha comemorado o resultado do PIB no segundo trimestre, que considerou excelente, Meirelles lembrou que “não é hora baixar a guarda”.
“É o momento de mantermos a linha, continuarmos trabalhando duro. Tem muita coisa a fazer. Não é hora de baixar a guarda. É hora de sabermos que estamos no caminho certo, vamos persistir e continuar trabalhando sério e duro”, disse.
Meirelles enfatizou que o resultado positivo de 1,9% do PIB no segundo trimestre, divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o Brasil já saiu da recessão. O presidente do BC lembrou que o Brasil já vinha crescendo desde abril e reafirmou que o país saiu da crise primeiro, antes do que a maioria dos países.“Saiu com o crescimento mais forte do que a maioria dos países. Aliás, dados preliminares indicam que o Brasil é um dos líderes, talvez o líder do crescimento de saída da recessão já no segundo trimestre”, afirmou Meirelles.
Na análise do presidente do BC, o mais importante nos números é que o crescimento foi do lado da produção, liderado pela indústria que foi o setor que mais sofreu os efeitos da crise. em contrapartida, Meirelles lembrou que o país manteve o crescimento na área de serviços. Além do mais, destacou ele, do lado da demanda, o Brasil sai da crise impulsionado pela consumo das famílias devido ao resultado da manutenção da capacidade de compra da população.
Para Meirelles, a evidência desse resultado é que o desemprego no mês de julho foi o menor da série histórica para meses de julho, sendo um dado que coloca o Brasil em posição de destaque no cenário mundial.
“ Isso mostra que as medidas tomadas pelo governo brasileiro para enfrentar a crise foram tomadas na medida certa, na hora certa e com um diagnóstico correto. Isso é reconhecido hoje no mundo todo. O Brasil é considerado já um caso modelo de sucesso de enfrentamento da crise”, destacou.
Meirelles destacou, ainda, a importância da política econômica dos últimos anos, pois permitiu o enfrentamento da crise em um momento de “ forte” demanda e consumo em crescimento, com produção, investimento, reservas internacionais elevadas e inflação sob controle.
“O Brasil preservou seus fundamentos econômicos durante a crise. Muitos países sacrificaram seus fundamentos econômicos para sair da crise. O Brasil não. Um ponto importante: o Brasil sai da crise com US$ 220 bilhões de reservas internacionais. Entramos na crise com US$ 205 bilhões”, disse o presidente do BC lembrando que muitos países emergentes tiveram que gastar boa parte das reservas para enfrentar a crise .
Ele advertiu, no entanto, que é preciso manter o crescimento macroeconômico do Brasil e administrar com sabedoria os mercado cambiais, mantendo o câmbio flutuante e acumulando mais reservas em moeda estrangeira. Meirelles também defendeu que o BC mantenha a política de estabilidade pensando no futuro.
“Manter o clima favorável para que os investimentos retomem rapidamente esta margem de crescimento confortável que temos hoje sem desequilíbrio e a economia continua a crescer no momento adequado. Em resumo, manter uma política que está dando certo."
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Investimentos no país têm queda histórica de 17% no segundo trimestre
Fonte: Agência Brasil
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Rio de Janeiro - O nível de investimentos no país atingiu, no segundo trimestre de 2009, a taxa mais baixa da série histórica, iniciada em 1996, de acordo com dados do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados hoje (11). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a retração da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2008, teve retração de 17%.O resultado foi influenciado, principalmente, pela redução interna da produção de máquinas e equipamentos e também pela importação desses bens, componentes com peso de 50% no indicador, explicou a gerente de Contas do IBGE, Rebeca Palis. “O investimento foi o mais afetado – em todos os seus componentes - pelas turbulências econômicas”, disse. “O desempenho da construção civil está negativo, a importação de máquinas e equipamentos está caindo e a produção nacional de máquinas, também”. A economista chama atenção, no entanto, para a manutenção do nível de investimento de um trimestre para o outro. Do primeiro para o segundo trimestre de 2009, a taxa não registrou variação, movimentando, ao todo, R$ 118, 7 bilhões.Entre janeiro e junho, o nível da Formação Bruta de Capital Fixo também registrou queda histórica, de 15,6%, em relação aos primeiros seis meses de 2008, sendo também o pior resultado desde o início da série. No acumulado em 12 meses, os investimentos do país ainda registraram queda de 2,2%, depois de 20 trimestres consecutivos de crescimento nessa comparação.
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Rio de Janeiro - O nível de investimentos no país atingiu, no segundo trimestre de 2009, a taxa mais baixa da série histórica, iniciada em 1996, de acordo com dados do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados hoje (11). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a retração da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2008, teve retração de 17%.O resultado foi influenciado, principalmente, pela redução interna da produção de máquinas e equipamentos e também pela importação desses bens, componentes com peso de 50% no indicador, explicou a gerente de Contas do IBGE, Rebeca Palis. “O investimento foi o mais afetado – em todos os seus componentes - pelas turbulências econômicas”, disse. “O desempenho da construção civil está negativo, a importação de máquinas e equipamentos está caindo e a produção nacional de máquinas, também”. A economista chama atenção, no entanto, para a manutenção do nível de investimento de um trimestre para o outro. Do primeiro para o segundo trimestre de 2009, a taxa não registrou variação, movimentando, ao todo, R$ 118, 7 bilhões.Entre janeiro e junho, o nível da Formação Bruta de Capital Fixo também registrou queda histórica, de 15,6%, em relação aos primeiros seis meses de 2008, sendo também o pior resultado desde o início da série. No acumulado em 12 meses, os investimentos do país ainda registraram queda de 2,2%, depois de 20 trimestres consecutivos de crescimento nessa comparação.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Jobim explica a líderes aliados projeto sobre reformulação do Ministério da Defesa
Fonte: Agência Brasil 08/09/2009
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Brasília - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, reuniu-se hoje (8), durante almoço na residência oficial da presidência da Câmara, com líderes dos partidos da base governista para prestar esclarecimentos sobre um projeto de lei que trata da reestruturação do Ministério da Defesa. O texto será encaminhado à Câmara num prazo de cerca de dez dias. “Foi uma exposição detalhada da proposta do plano de defesa a ser encaminhado à Câmara. Foi uma reunião expositiva”, explicou o líder do PSC, deputado Hugo Leal (RJ).Segundo os líderes que participaram da reunião, o ministro fez uma extensa exposição sobre a proposta, que mexe nas três Forças Armadas, reforça o papel do Ministério e sua autonomia em relação ao Exército, Aeronáutica e Marinha, além de tratar do plano estratégico para 20 anos, que inclui todo aparato de defesa do Brasil no mar, na Amazônia e em todo país.De acordo com o líder do P-SOL, deputado Ivan Valente (SP), em relação a possível compra de caças e as negociações com o governo francês, o ministro Jobim disse que está sendo feita basicamente em cima da transferência de tecnologia. “Sentimos que foi descartada a negociação com os Estados Unidos, porque eles não transferem a tecnologia e foi muita criticada todas as negociações feitas com os americanos porque eles foram muitas vezes impeditivos de venda de aviões modelo Super Tucano para países latino-americanos, entre outros”.Ivan Valente disse que, pela avaliação feita a partir das explicações de Jobim, quem está descartado nas negociações é os Estados Unidos. Ele informou que ainda há uma negociação com a Suécia, “mas tudo leva a crer que o negócio está mais para ser fechado com o aparato francês”. Segundo o líder, o ministro colocou que a negociação ainda não é definitiva porque todo processo tem que passar por negociações, inclusive no Congresso Nacional. “Embora o processo não seja definitivo, mas certamente eles deram um passo muito grande na direção de uma aliança com o governo francês”.
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Brasília - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, reuniu-se hoje (8), durante almoço na residência oficial da presidência da Câmara, com líderes dos partidos da base governista para prestar esclarecimentos sobre um projeto de lei que trata da reestruturação do Ministério da Defesa. O texto será encaminhado à Câmara num prazo de cerca de dez dias. “Foi uma exposição detalhada da proposta do plano de defesa a ser encaminhado à Câmara. Foi uma reunião expositiva”, explicou o líder do PSC, deputado Hugo Leal (RJ).Segundo os líderes que participaram da reunião, o ministro fez uma extensa exposição sobre a proposta, que mexe nas três Forças Armadas, reforça o papel do Ministério e sua autonomia em relação ao Exército, Aeronáutica e Marinha, além de tratar do plano estratégico para 20 anos, que inclui todo aparato de defesa do Brasil no mar, na Amazônia e em todo país.De acordo com o líder do P-SOL, deputado Ivan Valente (SP), em relação a possível compra de caças e as negociações com o governo francês, o ministro Jobim disse que está sendo feita basicamente em cima da transferência de tecnologia. “Sentimos que foi descartada a negociação com os Estados Unidos, porque eles não transferem a tecnologia e foi muita criticada todas as negociações feitas com os americanos porque eles foram muitas vezes impeditivos de venda de aviões modelo Super Tucano para países latino-americanos, entre outros”.Ivan Valente disse que, pela avaliação feita a partir das explicações de Jobim, quem está descartado nas negociações é os Estados Unidos. Ele informou que ainda há uma negociação com a Suécia, “mas tudo leva a crer que o negócio está mais para ser fechado com o aparato francês”. Segundo o líder, o ministro colocou que a negociação ainda não é definitiva porque todo processo tem que passar por negociações, inclusive no Congresso Nacional. “Embora o processo não seja definitivo, mas certamente eles deram um passo muito grande na direção de uma aliança com o governo francês”.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Congresso Internacional de Software Livre será aberto hoje
Fonte: Agência Brasil 26/08/2009
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Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (26), às 18h, da cerimônia de abertura do 2º Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2009). O evento será realizado até sexta-feira (28) na Escola de Administração Fazendária (Esaf), em Brasília.
Na programação do encontro estão 75 palestras, 27 oficinas, 21 painéis, o lançamento de novos produtos e a assinatura de termos de cooperação e protocolos.
O congresso será realizado pela Esaf, em parceria com a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e o Comitê Técnico de Implementação de Software Livre.
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Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (26), às 18h, da cerimônia de abertura do 2º Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2009). O evento será realizado até sexta-feira (28) na Escola de Administração Fazendária (Esaf), em Brasília.
Na programação do encontro estão 75 palestras, 27 oficinas, 21 painéis, o lançamento de novos produtos e a assinatura de termos de cooperação e protocolos.
O congresso será realizado pela Esaf, em parceria com a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e o Comitê Técnico de Implementação de Software Livre.
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Juros do crédito caem e usar cheque especial fica mais caro em julho
Fonte: Agência Brasil
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Brasília - As taxas de juros cobradas dos empréstimos do sistema financeiro nacional continuaram em queda em julho. Segundo os dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (26), a taxa geral de juros, de junho para o mês passado, caiu 0,6 ponto percentual, para 36% ao ano. Esse é o menor nível desde dezembro de 2007.No caso dos empréstimos para as famílias (pessoas físicas), a taxa nesse mesmo período passou de 45,6% para 44,9% ao ano. Segundo o BC, as taxas de juros para as empresas (pessoas jurídicas) registraram queda em todas as modalidades e ficaram no patamar médio de 26,7% ao ano, com recuo de 0,7 ponto percentual no mês.A taxa para o crédito pessoal, o que inclui operações consignadas em folha de pagamento, passou de 45,6% para 44,8% ao ano. Já a taxa do cheque especial teve aumento de 167% para 167,3% ao ano.Segundo o BC, a taxa de inadimplência subiu para as pessoas jurídicas de 3,4% para 3,8% e para as pessoas físicas permaneceu em 8,6%. No total, a inadimplência passou de 5,7% para 5,9%. A inadimplência é considerada o percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
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Brasília - As taxas de juros cobradas dos empréstimos do sistema financeiro nacional continuaram em queda em julho. Segundo os dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (26), a taxa geral de juros, de junho para o mês passado, caiu 0,6 ponto percentual, para 36% ao ano. Esse é o menor nível desde dezembro de 2007.No caso dos empréstimos para as famílias (pessoas físicas), a taxa nesse mesmo período passou de 45,6% para 44,9% ao ano. Segundo o BC, as taxas de juros para as empresas (pessoas jurídicas) registraram queda em todas as modalidades e ficaram no patamar médio de 26,7% ao ano, com recuo de 0,7 ponto percentual no mês.A taxa para o crédito pessoal, o que inclui operações consignadas em folha de pagamento, passou de 45,6% para 44,8% ao ano. Já a taxa do cheque especial teve aumento de 167% para 167,3% ao ano.Segundo o BC, a taxa de inadimplência subiu para as pessoas jurídicas de 3,4% para 3,8% e para as pessoas físicas permaneceu em 8,6%. No total, a inadimplência passou de 5,7% para 5,9%. A inadimplência é considerada o percentual do saldo em atraso acima de 90 dias em relação ao total.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Inflação na construção civil tem alta de 0,48% em julho
Fonte: Agência Brasil 07/08/09
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Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil, calculado por meio do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), fechou julho com alta de 0,48%.Dados divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o resultado foi superior ao de (0,35%) junho, mas ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (1,03%). No ano, o índice acumula alta de 4,17% e nos 12 meses encerrados em julho (anualizado), de 9,43% .
Segundo o levantamento, o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 701,62 para R$ 704,97 de um mês entre os dois meses. . Desse total, R$ 405,99 se referem a gastos com materiais e R$ 298,98 com mão de obra.
O estudo revela que a parcela dos materiais subiu 0,21 ponto percentual, passando de 0,14% para 0,35%. Já a parcela relativa à mão de obra repetiu a taxa do mês anterior (0,65%).
A Região com maior elevação foi a Sul (1,62%), seguida pela Norte, com alta de 0,99%. As demais regiões registraram variações abaixo da média nacional (0,48%): Nordeste (0,34%); Centro-Oeste (0,17%); e Sudeste (0,13%).
No ano, a Região Sul também foi a que apresentou a maior variação (4,65%), ficando com a Região Norte o destaque nos últimos doze meses (10,52%). Por outro lado, a Região Norte ficou com o menor acumulado no ano (3,39%) e a Centro-Oeste com o menor nos últimos doze meses (8,75%).
Entre os estados, o Paraná (4,04%) e o Amazonas (3,19%) apresentaram os maiores aumentos nos custos da construção, puxados pelos reajustes salariais das categorias profissionais. Os menores resultados foram: Mato Grosso ( 0,03%); Rio de Janeiro (0,06%); e Rio Grande do Norte (0,09%). O Acre assinalou a taxa mais elevada no ano (8,60%) e o nos últimos doze meses (13,41%).
Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 746,30, no Sudeste; R$ 690,94, no Norte; R$ 686,96, no Sul; R$ 672,72, no Centro-Oeste e R$ 655,93, no Nordeste.
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Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil, calculado por meio do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), fechou julho com alta de 0,48%.Dados divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o resultado foi superior ao de (0,35%) junho, mas ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (1,03%). No ano, o índice acumula alta de 4,17% e nos 12 meses encerrados em julho (anualizado), de 9,43% .
Segundo o levantamento, o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 701,62 para R$ 704,97 de um mês entre os dois meses. . Desse total, R$ 405,99 se referem a gastos com materiais e R$ 298,98 com mão de obra.
O estudo revela que a parcela dos materiais subiu 0,21 ponto percentual, passando de 0,14% para 0,35%. Já a parcela relativa à mão de obra repetiu a taxa do mês anterior (0,65%).
A Região com maior elevação foi a Sul (1,62%), seguida pela Norte, com alta de 0,99%. As demais regiões registraram variações abaixo da média nacional (0,48%): Nordeste (0,34%); Centro-Oeste (0,17%); e Sudeste (0,13%).
No ano, a Região Sul também foi a que apresentou a maior variação (4,65%), ficando com a Região Norte o destaque nos últimos doze meses (10,52%). Por outro lado, a Região Norte ficou com o menor acumulado no ano (3,39%) e a Centro-Oeste com o menor nos últimos doze meses (8,75%).
Entre os estados, o Paraná (4,04%) e o Amazonas (3,19%) apresentaram os maiores aumentos nos custos da construção, puxados pelos reajustes salariais das categorias profissionais. Os menores resultados foram: Mato Grosso ( 0,03%); Rio de Janeiro (0,06%); e Rio Grande do Norte (0,09%). O Acre assinalou a taxa mais elevada no ano (8,60%) e o nos últimos doze meses (13,41%).
Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 746,30, no Sudeste; R$ 690,94, no Norte; R$ 686,96, no Sul; R$ 672,72, no Centro-Oeste e R$ 655,93, no Nordeste.
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Essa notícia faz parte do clipping da 212 CAPITAL de informações relevantes a seus clientes e colaboradores.Esse clipping é de caráter meramente informativo e não comercial.
Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL
Central de atendimento vai monitorar casos suspeitos de gripe suína em Curitiba
Fonte: Agência Brasil
Curitiba - A partir de hoje (7), em Curitiba, todos os pacientes suspeitos de contrair a influenza A (H1N1) – gripe suína, que forem orientados a dar prosseguimento ao tratamento médico em casa, serão monitorados por um serviço de call center inédito no país, criado pela prefeitura municipal.O vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, Luciano Ducci, explicou que a central de atendimento não atenderá diretamente a população. Ela é exclusiva da secretaria, composta por profissionais da saúde, médicos, enfermeiros que vão telefonar para as pessoas que foram atendidas nas 24, 48 horas anteriores e avaliar a evolução da doença. Será verificado se o paciente permanece com febre, tosse e complicações respiratórias. Os médicos, de acordo com o secretário, farão principalmente um reforço na orientação da prevenção da doença.O objetivo é que, sem a necessidade de exposição para nova avaliação clínica, tanto a saúde desses pacientes quanto do público em geral sejam preservadas.A central telefônica faz parte das recentes medidas anunciadas pela prefeitura de Curitiba para enfrentar a nova gripe. Na capital, foram registradas até agora 14 das 25 mortes ocorridas no estado. Dos 601 casos confirmados no Paraná, mais da metade (383) é de Curitiba.
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL
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Lei antifumo está em vigor em São Paulo desde a meia-noite
Fonte: Agência Brasil 07/08/09
São Paulo - A Lei 13.541/09 - que proíbe o fumo em qualquer lugar fechado de uso comum - entrou em vigor em todo o estado de São Paulo à meia-noite de ontem (7). A lei estadual é semelhante à Lei 9294/96 (federal), que está em vigor, com a diferença de que não permite a existência de locais reservados para fumantes - os fumódromos - dentro dos estabelecimentos.
No caso de descumprimento da determinação, a punição varia de multa de R$ 792 até a interdição do estabelecimento por um mês no caso de reincidência.
Para o pneumologista da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Alberto Viegas, a lei paulista interfere mais nos ambientes privados, ao contrário da norma federal que trata essencialmente de locais públicos. Ele ressaltou que apesar de ser uma medida voltada principalmente para resguardar os não fumantes, os tabagistas acabam sendo estimulados a largar o vício.
“Na medida em que ela [a lei] dificulta o acesso ao tabaco, porque você só vai poder fumar na rua e na sua casa. Essa redução do consumo do tabaco é uma forma de ajudar o fumante, porque ele vai consumir menos droga e, quem sabe, fumando menos ele se predispõe a parar totalmente de fumar”, considerou.
De acordo com Viegas, em países onde foi adotada legislação semelhante houve diminuição de 10% a 15% no número de fumantes.
O diretor jurídico da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo de São Paulo (Abresi), Marcus Vinícius Rosa, disse que a lei pode causar um número semelhante de demissões no setor. Segundo ele, 10% dos trabalhadores de restaurantes, 15% dos de bares e até 20% dos de casas noturnas poderão ficar desempregados.
Rosa acredita que a lei “proíbe a livre iniciativa e o direito das pessoas” além de ser inconstitucional, por já existir uma norma federal sobre o assunto. “A União legisla para dar a unidade nacional e ela já fez essa legislação. A [Lei] 9294/96 que prevê fumódromo”, afirmou.
Em João Pessoa, o diretor-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária, Jorge Molina, garantiu que nenhum restaurante ou shopping center tem fumódromo. Ele assegurou ainda que está acabando com o uso do cigarro nos bares e nas casas noturnas, considerando que estar em um ambiente poluído vai contra a legislação trabalhista.
“Mesmo que a lei federal deixe uma brecha para instalação de fumódromos, para a lei trabalhista não é permitido nenhum tipo de fumo dentro de ambiente fechado”, explicou. Com base nisso, a agência vem trabalhando na educação e conscientização dos empresários. Segundo Molina, o principal argumento é que “muito mais caro do que uma multa seria uma ação trabalhista por danos à saúde”.
Apesar de dizer que está tendo sucesso com essa abordagem, Molina admite que uma lei como a de São Paulo teria tornado mais fácil a tarefa de acabar com o fumo em qualquer lugar fechado.
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São Paulo - A Lei 13.541/09 - que proíbe o fumo em qualquer lugar fechado de uso comum - entrou em vigor em todo o estado de São Paulo à meia-noite de ontem (7). A lei estadual é semelhante à Lei 9294/96 (federal), que está em vigor, com a diferença de que não permite a existência de locais reservados para fumantes - os fumódromos - dentro dos estabelecimentos.
No caso de descumprimento da determinação, a punição varia de multa de R$ 792 até a interdição do estabelecimento por um mês no caso de reincidência.
Para o pneumologista da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Alberto Viegas, a lei paulista interfere mais nos ambientes privados, ao contrário da norma federal que trata essencialmente de locais públicos. Ele ressaltou que apesar de ser uma medida voltada principalmente para resguardar os não fumantes, os tabagistas acabam sendo estimulados a largar o vício.
“Na medida em que ela [a lei] dificulta o acesso ao tabaco, porque você só vai poder fumar na rua e na sua casa. Essa redução do consumo do tabaco é uma forma de ajudar o fumante, porque ele vai consumir menos droga e, quem sabe, fumando menos ele se predispõe a parar totalmente de fumar”, considerou.
De acordo com Viegas, em países onde foi adotada legislação semelhante houve diminuição de 10% a 15% no número de fumantes.
O diretor jurídico da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo de São Paulo (Abresi), Marcus Vinícius Rosa, disse que a lei pode causar um número semelhante de demissões no setor. Segundo ele, 10% dos trabalhadores de restaurantes, 15% dos de bares e até 20% dos de casas noturnas poderão ficar desempregados.
Rosa acredita que a lei “proíbe a livre iniciativa e o direito das pessoas” além de ser inconstitucional, por já existir uma norma federal sobre o assunto. “A União legisla para dar a unidade nacional e ela já fez essa legislação. A [Lei] 9294/96 que prevê fumódromo”, afirmou.
Em João Pessoa, o diretor-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária, Jorge Molina, garantiu que nenhum restaurante ou shopping center tem fumódromo. Ele assegurou ainda que está acabando com o uso do cigarro nos bares e nas casas noturnas, considerando que estar em um ambiente poluído vai contra a legislação trabalhista.
“Mesmo que a lei federal deixe uma brecha para instalação de fumódromos, para a lei trabalhista não é permitido nenhum tipo de fumo dentro de ambiente fechado”, explicou. Com base nisso, a agência vem trabalhando na educação e conscientização dos empresários. Segundo Molina, o principal argumento é que “muito mais caro do que uma multa seria uma ação trabalhista por danos à saúde”.
Apesar de dizer que está tendo sucesso com essa abordagem, Molina admite que uma lei como a de São Paulo teria tornado mais fácil a tarefa de acabar com o fumo em qualquer lugar fechado.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Distribuidoras terão R$ 10 milhões para investir na produção de filmes nacionais
Fonte: Agência Brasil 05/08/2009
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Rio de Janeiro - Oito projetos cinematográficos nacionais foram aprovados na primeira linha (Linha C) da chamada pública do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para investimento na aquisição de direitos de distribuição de obras de longa-metragem. Eles receberão R$ 10 milhões.
O anúncio foi feito hoje (5) pelo diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, e pelo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luis Fernandes. A chamada recebeu inscrições de 15 projetos, dos quais nove foram habilitados e oito selecionados.
“As distribuidoras terão que aplicar esses recursos integralmente na produção dos filmes e o Fundo Setorial do Audiovisual terá participação na taxa de distribuição e na receita líquida do produtor”, disse Rangel.
O FSA foi criado em 2006 e prevê para este ano um aporte de R$ 74 milhões no mercado cinematográfico. Manoel Rangel revelou que, ainda este mês, serão divulgados os vencedores de mais duas chamadas públicas, totalizando R$ 37 milhões em investimentos no cinema brasileiro. Até o fim de agosto serão abertos novos editais, relativos ao segundo semestre, somando investimentos no valor total de R$ 37 milhões.
O objetivo é fortalecer as distribuidoras e produtoras brasileiras e viabilizar que os filmes sejam feitos em um intervalo de tempo menor, para mais rapidamente chegarem ao mercado. “Conquistar esse mercado e, portanto, estabelecer a comunicação com milhões de brasileiros. O objetivo é ter mais e melhores filmes ocupando o mercado de cinema brasileiro”, disse o presidente da Ancine.
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Rio de Janeiro - Oito projetos cinematográficos nacionais foram aprovados na primeira linha (Linha C) da chamada pública do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para investimento na aquisição de direitos de distribuição de obras de longa-metragem. Eles receberão R$ 10 milhões.
O anúncio foi feito hoje (5) pelo diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, e pelo presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luis Fernandes. A chamada recebeu inscrições de 15 projetos, dos quais nove foram habilitados e oito selecionados.
“As distribuidoras terão que aplicar esses recursos integralmente na produção dos filmes e o Fundo Setorial do Audiovisual terá participação na taxa de distribuição e na receita líquida do produtor”, disse Rangel.
O FSA foi criado em 2006 e prevê para este ano um aporte de R$ 74 milhões no mercado cinematográfico. Manoel Rangel revelou que, ainda este mês, serão divulgados os vencedores de mais duas chamadas públicas, totalizando R$ 37 milhões em investimentos no cinema brasileiro. Até o fim de agosto serão abertos novos editais, relativos ao segundo semestre, somando investimentos no valor total de R$ 37 milhões.
O objetivo é fortalecer as distribuidoras e produtoras brasileiras e viabilizar que os filmes sejam feitos em um intervalo de tempo menor, para mais rapidamente chegarem ao mercado. “Conquistar esse mercado e, portanto, estabelecer a comunicação com milhões de brasileiros. O objetivo é ter mais e melhores filmes ocupando o mercado de cinema brasileiro”, disse o presidente da Ancine.
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Ministério da Saúde argentino confirma 337 mortes por gripe suína no país
Fonte: Agência Brasil 05/08/2009
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Brasília - A Argentina teve 337 mortes em decorrência da influenza A (H1N1) – gripe suína – e 5.710 casos confirmados entre os dias 17 de maio e 1º de agosto, informou hoje (5) o Ministério da Saúde argentino. O país registra cerca de um terço das mortes ocorridas nas Américas. O continente registrou 1.008 mortes até o dia 31 de julho, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).A faixa etária mais afetada pela nova gripe na Argentina são os adultos entre 50 e 59 anos. Entre as mortes, 47% dos casos tinham como antecedentes enfermidades crônicas ou algum outro fator de risco (obesidades, cardiopatias ou enfermidade pulmonar obstrutiva crônica, por exemplo).De acordo com a OMS, foram registrados 162.380 casos da nova gripe no mundo, com 1.154 mortes
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Marcus Herndl Filho e Leônidas Herndl – 212CAPITAL
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Brasília - A Argentina teve 337 mortes em decorrência da influenza A (H1N1) – gripe suína – e 5.710 casos confirmados entre os dias 17 de maio e 1º de agosto, informou hoje (5) o Ministério da Saúde argentino. O país registra cerca de um terço das mortes ocorridas nas Américas. O continente registrou 1.008 mortes até o dia 31 de julho, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).A faixa etária mais afetada pela nova gripe na Argentina são os adultos entre 50 e 59 anos. Entre as mortes, 47% dos casos tinham como antecedentes enfermidades crônicas ou algum outro fator de risco (obesidades, cardiopatias ou enfermidade pulmonar obstrutiva crônica, por exemplo).De acordo com a OMS, foram registrados 162.380 casos da nova gripe no mundo, com 1.154 mortes
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